quinta-feira, 19 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
As Três Graças

As Graças (Cárites na Mitologia Grega) são as deusas da dança, dos modos e da graça do amor, são dançarinas do Olimpo. Nasceram da união entre Zeus e Eurínome, filha do Oceano, e eram as companheiras e aias de Afrodite (Vênus), cuidavam do seus cabelos e vestimentas. Delas emana o deleite com a vida e a fruição da arte, da música e do amor. Seus nomes eram Tália (a que traz flores), Aglaia (brilho e esplendor) e Eufrosine (júbilo e alegria). Nas primeiras representações plásticas, as Graças apareciam vestidas; mais tarde, contudo, foram representadas como jovens desnudas, de mãos dadas; duas das Graças olham numa direção e a terceira, na direção oposta. Esse modelo, do qual se conserva um grupo escultórico da época helenística, foi o que se transferiu ao Renascimento e originou quadros célebres como "A primavera", de Botticelli, e "As três Graças", de Rubens. Das Graças, nós herdamos expressões como "ficar em estado de graça" e ansiamos desde aí pelas "graças de Deus".
Algumas palavras sobre fibromialgia
A fibromialgia é uma doença reumática cuja principal característica é dor em várias localizações, de curso longo (mais de três meses de evolução), associada a alterações do sono e outros sintomas como ansiedade, depressão, dor de cabeça, etc.
Aproximadamente seis milhões de Americanos têm fibromialgia. No Brasil não temos dados seguros sobre sua prevalência (quantas pessoas têm o diagnóstico da doença em um determinado momento). Ainda assim, sabemos que essa doença é comum e representa parcela expressivas das queixas que levam as pessoas a procurarem assistência médica. Veremos que, como os sintomas são variados e não existem exames específicos para sua confirmação, muitos pacientes vagam por diversas especialidades médicas antes de iniciarem o esclarecimento diagnóstico e o tratamento adequado.
Muitos fatores tornam um indivíduo suscetível à fibromialgia; incluem-se entre eles o fato de serem do sexo feminino, terem tido experiências difícies na infância, serem vulneráveis ao estresse, ou viverem em ambiente ou meio cultural sobrecarregado pelo estresse.
Nove em cada dez pacientes com diagnóstico de fibromialgia são mulheres. A doença ocorre em idade entre 20 e 60 anos, o que não significa que pessoas fora dessa faixa etária estão livres do risco, inclusive crianças em idade escolar e adolescentes. Estima-se que o pico de ocorrência seja por volta dos 35 anos. Alguns estudos mostraram que aproximadamente 7% das pessoas com idade entre 60 e 70 anos apresentavam quadro compatível com fibromialgia. Considerando que com o aumento da idade aumentam também as chances de um indivíduo apresentar outros diagnósticos, e com isso a probabilidade de uso de medicamentos, torna-se muito importante o correto diagnóstico para minimizar os potenciais agravos à saúde decorrentes de efeitos adversos e interações entre medicamentos.
Sintomas
A dor é o principal sintoma da fibromialgia. Sua intensidade varia durante o dia, piora com atividade física ou mudanças de temperatura, e aumento do nível de estresse. Ela pode ser generalizada e/ou localizada em alguns pontos que chamamos “tender points” (em português: pontos dolorosos). A figura da próxima página ilustra a localização de cada tender point.
Na maioria dos pacientes os pontos aparecem inicialmente nas proximidades do pescoço e ombros, sobre a musculatura e não há sinais de inflamação. Daí vão aparecendo os outros pontos: dizemos que o paciente tem critérios para o diagnóstico de fibromialgia quando estão presentes 11 dos 18 pontos possíveis (Critérios do Colégio Americano de Reumatologia).
Outras queixas praticamente universais na fibromialgia são a fadiga e distúrbios do sono. Neste último caso o paciente tem insônia ou simplesmente dorme por oito a 12 horas mas acorda cansado, como se não divesse recuperado as energias gastas no dia anterior. Trinta por cento dos pacientes têm alterações do humor ou depressão.
Muito freqüentes também são os sintomas de tonteira, tensão ou dor de cabeça, tremor de mãos e pés, alterações gástricas (gastrite nervosa) ou do intestino (intestino irritável – alternância de constipação e diarréia), alterações urinárias, cólicas mesntruais.
Não há alterações nos exames laboratoriais ou testes específicos para o diagnóstico. O que o reumatologista faz ao solicitar exames é pesquisar a presença de outra doença que pareça fibromialgia ou que esteja associada a ela.
Tratamento
A fibromialgia é uma condição misteriosa e não há um tratamento que seja efetivo para todo e qualquer paciente. O tratamento visa à melhora dos sintomas, mas não a cura. É prolongado e pode ser necessário mudar o tratamento. Os medicamentos devem ser utilizados quando preciso, mas é fundamental que o paciente entenda a necessidade da adoção de uma atitude positiva diante da doença, bem como a adoção de determinados comportamentos que favoreçam a melhora dos sintomas. Os pacientes devem começar com atividade física aeróbicas, técnicas de redução de estresse e terapia. Em caso de falha ou melhora parcial com esse primeiro passo, ai sim, são indicadas as medicações. Mantenha o sono regular, evite café ou chá mate ou verde no período da tarde ou próximo do horário de dormir, evite exercitar-se nas seis horas que antecedem o horário de dormir, descanse um pouco à tarde.
Tratamento não-medicamentoso
Maiores evidências de benefício: atividade aeróbica, grupo educacional em fibromialgia para pacientes, terapia comprtamental. Comece a atividade física devagar: bicicleta ou esteira são boas opções, 25 minutos duas vezes por semana, aumentando progressivamente. Hidroginástica e natação também são ótimas. Não desanimar pois no início os sintmoas podem piorar de maneira trnasitória.
Evidências moderadas de benefício: acupuntura, hipnose, biofeedback, quiropraxia, massagem, fisioterapia co, TENS e ultrasom.
Sem evidências de benefícios: infiltração de medicamento nos pontos dolorosos, exercícios de flexibilidade.
Dieta: os pacientes devem manter dieta saudável, rica em Ômega-3 que tem efeito antiinflamatório, alem de reduzir riscos para diabetes, asma, alguns tipos de cânceres e demência. Enfim, só faz bem! Ele está presente em peixes, óleos, e vegetais de folhas verdes escuras.
Meditação: usada por muitos anos em culturas orientais, nao é muito aceita no ocidente como técnica de relaxamento, mas vários estudos mostram benefícios em pacientes com fibromialgia que a praticam regularmente. Melhoram seu bem estar, melhoram o sono, e têm menos dor. É claro que são necessárias técnicas para praticar a meditação, mas vinte minutos duas vezes ao dia já podem trazer grandes benefícios.
Massagem: parece estimular o sistema nervoso parassimpático, o que causa lentificação da freqüência cardíaca e relaxamento do corpo. Em 2002 um estudo mostrou que pacientes submetidos a sessões de 30 minutos duas vezes por semana evoluíram com menos dor, estresse e ansiedade quando comparados com pacientes que receberam tratamento com sessões de estimulação elétrica transcutânea (TENS).
Quiropraxia ou manipulação osteopática: método de tratamento natural de mobilizações, através de manobras com as mãos realizados na coluna vertebral e membros superiores e inferiores. Pode nao ser indicado para pacientes idosos. Deve ser realizado por profissional experiente para que a manipulação não cause outros distúrbios dolorosos.
Hidroterapia e similares: significa imersão em água, o que pode ser em piscina ou banheira quente para alívio da dor. Um estudo mostrou que 20 minutos de hidroterapia diminuía a dor dos tender points.
Tratamentos com medicamentos
Deve ser orientado pelo médico que vai acompanhar o paciente mesmo porque pode ser necessário ajuste de dose ou troca de medicação.
As maiores evidências de benefício foram descritas com os medicamentos amitriptilina e ciclobenzaprina.
Evidências moderadas de benefício: Tramadol, fluoxetina, venlafaxina, duloxetina, pregabalina
Sem evidências de benefícios: Ópioides, corticosteróides, antiinflamatórioss, benzodiazepinícos
Em 2007, o FDA aprovou a droga Pregabalin (Lyrica®) para o tratamento da fibromialgia depois que um estudo mostrou redução da intensidade de dor em pelo menos 50% em 63% dos pacientes, e com efeito duradouro. O medicamento ainda não está disponível no Brasil.
Sites interessantes para quem quiser continuar a leitura:
www.rheumatology.org - American College of Rheumatology
www.niams.nih.gov - National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases
www.arthritis.org - Arthritis Foundation
www.fmaware.org - National Fibromyalgia Foundation
www.fmpartnership.org - National Fibromyalgia Partnership
www.fmnetnews.com - Fibromyalgia Network
Aproximadamente seis milhões de Americanos têm fibromialgia. No Brasil não temos dados seguros sobre sua prevalência (quantas pessoas têm o diagnóstico da doença em um determinado momento). Ainda assim, sabemos que essa doença é comum e representa parcela expressivas das queixas que levam as pessoas a procurarem assistência médica. Veremos que, como os sintomas são variados e não existem exames específicos para sua confirmação, muitos pacientes vagam por diversas especialidades médicas antes de iniciarem o esclarecimento diagnóstico e o tratamento adequado.
Muitos fatores tornam um indivíduo suscetível à fibromialgia; incluem-se entre eles o fato de serem do sexo feminino, terem tido experiências difícies na infância, serem vulneráveis ao estresse, ou viverem em ambiente ou meio cultural sobrecarregado pelo estresse.
Nove em cada dez pacientes com diagnóstico de fibromialgia são mulheres. A doença ocorre em idade entre 20 e 60 anos, o que não significa que pessoas fora dessa faixa etária estão livres do risco, inclusive crianças em idade escolar e adolescentes. Estima-se que o pico de ocorrência seja por volta dos 35 anos. Alguns estudos mostraram que aproximadamente 7% das pessoas com idade entre 60 e 70 anos apresentavam quadro compatível com fibromialgia. Considerando que com o aumento da idade aumentam também as chances de um indivíduo apresentar outros diagnósticos, e com isso a probabilidade de uso de medicamentos, torna-se muito importante o correto diagnóstico para minimizar os potenciais agravos à saúde decorrentes de efeitos adversos e interações entre medicamentos.
Sintomas
A dor é o principal sintoma da fibromialgia. Sua intensidade varia durante o dia, piora com atividade física ou mudanças de temperatura, e aumento do nível de estresse. Ela pode ser generalizada e/ou localizada em alguns pontos que chamamos “tender points” (em português: pontos dolorosos). A figura da próxima página ilustra a localização de cada tender point.
Na maioria dos pacientes os pontos aparecem inicialmente nas proximidades do pescoço e ombros, sobre a musculatura e não há sinais de inflamação. Daí vão aparecendo os outros pontos: dizemos que o paciente tem critérios para o diagnóstico de fibromialgia quando estão presentes 11 dos 18 pontos possíveis (Critérios do Colégio Americano de Reumatologia).
Outras queixas praticamente universais na fibromialgia são a fadiga e distúrbios do sono. Neste último caso o paciente tem insônia ou simplesmente dorme por oito a 12 horas mas acorda cansado, como se não divesse recuperado as energias gastas no dia anterior. Trinta por cento dos pacientes têm alterações do humor ou depressão.
Muito freqüentes também são os sintomas de tonteira, tensão ou dor de cabeça, tremor de mãos e pés, alterações gástricas (gastrite nervosa) ou do intestino (intestino irritável – alternância de constipação e diarréia), alterações urinárias, cólicas mesntruais.
Não há alterações nos exames laboratoriais ou testes específicos para o diagnóstico. O que o reumatologista faz ao solicitar exames é pesquisar a presença de outra doença que pareça fibromialgia ou que esteja associada a ela.
Tratamento
A fibromialgia é uma condição misteriosa e não há um tratamento que seja efetivo para todo e qualquer paciente. O tratamento visa à melhora dos sintomas, mas não a cura. É prolongado e pode ser necessário mudar o tratamento. Os medicamentos devem ser utilizados quando preciso, mas é fundamental que o paciente entenda a necessidade da adoção de uma atitude positiva diante da doença, bem como a adoção de determinados comportamentos que favoreçam a melhora dos sintomas. Os pacientes devem começar com atividade física aeróbicas, técnicas de redução de estresse e terapia. Em caso de falha ou melhora parcial com esse primeiro passo, ai sim, são indicadas as medicações. Mantenha o sono regular, evite café ou chá mate ou verde no período da tarde ou próximo do horário de dormir, evite exercitar-se nas seis horas que antecedem o horário de dormir, descanse um pouco à tarde.
Tratamento não-medicamentoso
Maiores evidências de benefício: atividade aeróbica, grupo educacional em fibromialgia para pacientes, terapia comprtamental. Comece a atividade física devagar: bicicleta ou esteira são boas opções, 25 minutos duas vezes por semana, aumentando progressivamente. Hidroginástica e natação também são ótimas. Não desanimar pois no início os sintmoas podem piorar de maneira trnasitória.
Evidências moderadas de benefício: acupuntura, hipnose, biofeedback, quiropraxia, massagem, fisioterapia co, TENS e ultrasom.
Sem evidências de benefícios: infiltração de medicamento nos pontos dolorosos, exercícios de flexibilidade.
Dieta: os pacientes devem manter dieta saudável, rica em Ômega-3 que tem efeito antiinflamatório, alem de reduzir riscos para diabetes, asma, alguns tipos de cânceres e demência. Enfim, só faz bem! Ele está presente em peixes, óleos, e vegetais de folhas verdes escuras.
Meditação: usada por muitos anos em culturas orientais, nao é muito aceita no ocidente como técnica de relaxamento, mas vários estudos mostram benefícios em pacientes com fibromialgia que a praticam regularmente. Melhoram seu bem estar, melhoram o sono, e têm menos dor. É claro que são necessárias técnicas para praticar a meditação, mas vinte minutos duas vezes ao dia já podem trazer grandes benefícios.
Massagem: parece estimular o sistema nervoso parassimpático, o que causa lentificação da freqüência cardíaca e relaxamento do corpo. Em 2002 um estudo mostrou que pacientes submetidos a sessões de 30 minutos duas vezes por semana evoluíram com menos dor, estresse e ansiedade quando comparados com pacientes que receberam tratamento com sessões de estimulação elétrica transcutânea (TENS).
Quiropraxia ou manipulação osteopática: método de tratamento natural de mobilizações, através de manobras com as mãos realizados na coluna vertebral e membros superiores e inferiores. Pode nao ser indicado para pacientes idosos. Deve ser realizado por profissional experiente para que a manipulação não cause outros distúrbios dolorosos.
Hidroterapia e similares: significa imersão em água, o que pode ser em piscina ou banheira quente para alívio da dor. Um estudo mostrou que 20 minutos de hidroterapia diminuía a dor dos tender points.
Tratamentos com medicamentos
Deve ser orientado pelo médico que vai acompanhar o paciente mesmo porque pode ser necessário ajuste de dose ou troca de medicação.
As maiores evidências de benefício foram descritas com os medicamentos amitriptilina e ciclobenzaprina.
Evidências moderadas de benefício: Tramadol, fluoxetina, venlafaxina, duloxetina, pregabalina
Sem evidências de benefícios: Ópioides, corticosteróides, antiinflamatórioss, benzodiazepinícos
Em 2007, o FDA aprovou a droga Pregabalin (Lyrica®) para o tratamento da fibromialgia depois que um estudo mostrou redução da intensidade de dor em pelo menos 50% em 63% dos pacientes, e com efeito duradouro. O medicamento ainda não está disponível no Brasil.
Sites interessantes para quem quiser continuar a leitura:
www.rheumatology.org - American College of Rheumatology
www.niams.nih.gov - National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases
www.arthritis.org - Arthritis Foundation
www.fmaware.org - National Fibromyalgia Foundation
www.fmpartnership.org - National Fibromyalgia Partnership
www.fmnetnews.com - Fibromyalgia Network
Doenças Reumáticas
Apenas didaticamente, poderemos classificar as doenças reumáticas, de acordo com os mecanismos de lesão ou localização preferencial da doença em:
1. Doenças difusas do tecido conjuntivo
Lúpus Eritematoso Sistêmico; Artrite Reumatóide; Esclerose Sistêmica; Doença Muscular Inflamatória (Polimiosite e Dermatomiosite); Síndrome de Sjögren; Policondrite Recidivante;
Doença Mista do Tecido Conjuntivo (Doença de Sharp); Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide
2. Vasculites Sistêmicas
Arterite de Takayasu; Granulomatose de Wegener; Arterite Temporal; Doença de Behçet; Doença de Kawasaki, Síndrome de Churg-Strauss, entre outras.
3. Espondiloartropatias
Espondilite Anquilosante; Síndrome de Reiter; Espondiloartropatia da Psoríase; Espondiloartropatia das Doenças Inflamatórias Intestinais; Espondiloartropatias Reativas
4. Doenças osteometabólicas
Osteoporose; Osteomalácea; Doença de Paget; Hiperparatiroidismo
5. Doenças Articulares Degenerativas
Osteoartrose Primária; Osteoartrose Secundária
6. Artropatias Microcristalinas
Gota; Condrocalcinose; Artrite por deposição de hidroxiapatita; Artrite por outros microcristais
7. Artropatias Infecciosas e Artrites Reativas
Artrites Infecciosas; Osteomielite; Artrite Reativa, Febre Reumática; Doença de Lyme
8. Reumatismos Extra-articulares
Fibromialgia; Dor Miofascial; Tendinites (de ombro, de extensores e flexores dos dedos, etc); Bursites (do ombro, do trocanter, etc); Esporões do calcâneo; Fasciíte Plantar; Epicondilite
9. Artrites intermitentes
Febre Familiar do Mediterrâneo; Reumatismo Palindrômico; Hidrartrose Intermitente
10. Artropatias secundárias a outras doenças não reumáticas
Diabetes mellitus; Hipotiroidismo; Hiperteiroidismo; Tumores
1. Doenças difusas do tecido conjuntivo
Lúpus Eritematoso Sistêmico; Artrite Reumatóide; Esclerose Sistêmica; Doença Muscular Inflamatória (Polimiosite e Dermatomiosite); Síndrome de Sjögren; Policondrite Recidivante;
Doença Mista do Tecido Conjuntivo (Doença de Sharp); Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide
2. Vasculites Sistêmicas
Arterite de Takayasu; Granulomatose de Wegener; Arterite Temporal; Doença de Behçet; Doença de Kawasaki, Síndrome de Churg-Strauss, entre outras.
3. Espondiloartropatias
Espondilite Anquilosante; Síndrome de Reiter; Espondiloartropatia da Psoríase; Espondiloartropatia das Doenças Inflamatórias Intestinais; Espondiloartropatias Reativas
4. Doenças osteometabólicas
Osteoporose; Osteomalácea; Doença de Paget; Hiperparatiroidismo
5. Doenças Articulares Degenerativas
Osteoartrose Primária; Osteoartrose Secundária
6. Artropatias Microcristalinas
Gota; Condrocalcinose; Artrite por deposição de hidroxiapatita; Artrite por outros microcristais
7. Artropatias Infecciosas e Artrites Reativas
Artrites Infecciosas; Osteomielite; Artrite Reativa, Febre Reumática; Doença de Lyme
8. Reumatismos Extra-articulares
Fibromialgia; Dor Miofascial; Tendinites (de ombro, de extensores e flexores dos dedos, etc); Bursites (do ombro, do trocanter, etc); Esporões do calcâneo; Fasciíte Plantar; Epicondilite
9. Artrites intermitentes
Febre Familiar do Mediterrâneo; Reumatismo Palindrômico; Hidrartrose Intermitente
10. Artropatias secundárias a outras doenças não reumáticas
Diabetes mellitus; Hipotiroidismo; Hiperteiroidismo; Tumores
Bem vindos!
O termo reumatismo não é um termo adequado para denominar um grande número de diferentes doenças que têm em comum o comprometimento do sistema músculo-esquelético. Nem sempre são doenças que acometem apenas o aparelho locomotor, muitos pacientes com doenças reumáticas podem apresentar comprometimento de órgãos diversos, como rins, coração, pulmões, pele, entre outros.
Os pacientes reumáticos em nosso país somam mais de 30 milhões de brasileiros e dados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) mostram que a segunda causa de aposentarias por invalidez no nosso País é uma doença reumática, contando com mais de 100 exemplos de diferentes doenças. A osteoartrose e a osteoporose têm alta prevalência, aumentam a morbidade e mortalidade da população, e muitos casos são passíveis de prevenção, tratamento, e reabilitação. O entendimento sobre os mecanismos das doenças reumáticas nas últimas décadas proporcionou o desenvolvimento de medicamentos mais específicos e efetivos para o tratamento dos pacientes reumáticos. Muito deles, embora de custo elevado, estão disponíveis na rede pública. Sem dúvida, um grande avanço e mais qualidade de vida para a população.
Nosso objetivo é proporcionar conhecimento e orientações sobre as doenças reumáticas, seus sintomas, possibilidades terapêuticas e potencial evolutivo.
Os pacientes reumáticos em nosso país somam mais de 30 milhões de brasileiros e dados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) mostram que a segunda causa de aposentarias por invalidez no nosso País é uma doença reumática, contando com mais de 100 exemplos de diferentes doenças. A osteoartrose e a osteoporose têm alta prevalência, aumentam a morbidade e mortalidade da população, e muitos casos são passíveis de prevenção, tratamento, e reabilitação. O entendimento sobre os mecanismos das doenças reumáticas nas últimas décadas proporcionou o desenvolvimento de medicamentos mais específicos e efetivos para o tratamento dos pacientes reumáticos. Muito deles, embora de custo elevado, estão disponíveis na rede pública. Sem dúvida, um grande avanço e mais qualidade de vida para a população.
Nosso objetivo é proporcionar conhecimento e orientações sobre as doenças reumáticas, seus sintomas, possibilidades terapêuticas e potencial evolutivo.
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